Aposentadoria com reajuste começa a ser paga nesta segunda, 25 de janeiro


Foto: Edar/Pixabay

O calendário de pagamento dos benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) já foi divulgado em 2021. Logo, aproximadamente 35 milhões de aposentados e pensionistas já podem consultar quando vão receber seus benefícios ao longo de todo ano.

Reajuste nos benefícios

É importante destacar que os segurados do INSS que recebem o benefício com valor de um salário mínimo terão o benefício reajuste de R$ 1.045 para R$ 1.100. Os pagamentos vão acontecer entre os dias 25 de janeiro a 5 de fevereiro.

Vale lembrar que para os beneficiários que recebem o benefício com valor superior ao salário mínimo terão uma correção de 5,45%. Para este grupo apesar dos pagamentos começarem no dia 25, para quem recebe mais que um salário mínimo o calendário de pagamentos começa no dia 1º de fevereiro.

Calendário de pagamento

O calendário de pagamentos divulgado pelo INSS para 2021 ocorrem entre os dias 25 de janeiro até 07 de janeiro de 2022. Onde as datas podem variar conforme o valor do benefício.

Por fim, vale lembrar que o cronograma é definido a partir do digito final do cartão do benefício. Mas fique atento, o seguro que teve o benefício concedido recentemente, o último digito verificador, ou seja, aquele que vem após o traço deverá ser desconsiderado. Já que os segurados que possuem o benefício a mais tempo continuarão nas mesmas datas habituais.

Para conferir o calendário completo, clique aqui.

Fonte: Jornal Contábil

Índice que reajusta aposentadoria de quem ganha acima do mínimo fica em 5,45% em 2020


Foto: Steve Buissinne/Pixabay

Teto da Previdência Social deverá subir de R$ 6.101,06 para R$ 6.433,50 em 2021. Índice ficou acima do reajuste do salário mínimo de 2020, que foi de 5,26%.

IPCA: inflação oficial fecha 2020 em 4,52%, maior alta desde 2016

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), usado como referência para o reajuste dos benefícios previdenciários, ficou em 5,45% em 2020, segundo divulgou nesta terça-feira (12) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A portaria que oficializa o reajuste dos benefícios para 2020 ainda precisa ser publicada no "Diário Oficial da União" (DOU) pelo governo federal.

Com o reajuste, o teto da Previdência Social deverá subir de R$ 6.101,06 para R$ 6.433,50 em 2021. Esse passa a ser também o valor de referência para calcular o desconto nos salários dos trabalhadores com carteira assinada.

Confirmado o reajuste de 5,45% para aposentados e pensionistas do INSS que recebem benefícios com valor acima de um salário mínimo, o aumento será maior que o do salário mínimo em 2020, que teve reajuste de 5,26% e passou de R$ 1.045 para R$ 1.100.

O valor do salário mínimo de 2020 foi definido pelo governo federal considerando a mediana das projeções do mercado financeiro para a variação do índice de inflação no ano de 2020. Como o salário mínimo é corrigido pelo INPC e a variação foi diferente da projetada pelo governo no final de 2020, o valor pode ter nova atualização.

Em 2018 e 2017, o reajuste para os aposentados e pensionistas que recebem acima de 1 salário mínimo também foi superior ao aumento do salário mínimo, após uma sequência de 19 anos de percentuais inferiores.

Entenda o reajuste pelo INPC

O INPC é usado como índice de reajuste desde 2003. Até 2006 não havia um índice oficial. Antes disso, chegaram a ser utilizados o IPC-r, o IGP-DI e índices definidos administrativamente.

O índice é calculado pelo IBGE desde 1979, se refere às famílias com rendimento monetário de 1 a 5 salários mínimos, sendo o chefe assalariado, e abrange dez regiões metropolitanas do país, além dos municípios de Goiânia, Campo Grande e de Brasília.

Já o IPCA, considerado a inflação oficial do país, se refere às famílias com rendimento monetário de 1 a 40 salários mínimos, qualquer que seja a fonte, e também abrange 10 regiões metropolitanas do país, além dos municípios de Goiânia, Campo Grande e de Brasília.

Fonte: G1

Já está em vigor novo salário mínimo de R$ 1.100


Para reajuste sem aumento real, governo levou em conta previsão de inflação de 5,22% em 2020 pelo INPC | Foto: Rafael Neddermeyer/Fotos Públicas

Já está em vigor o novo valor do salário mínimo, que passou a ser de R$ 1.100 em 1º de janeiro. O anterior era R$ 1.045. A Medida Provisória 1.021/2020, que estabeleceu o reajuste, foi publicada no Diário Oficial da União em 30 de dezembro. Com a mudança, o valor diário do salário mínimo passou a ser de R$ 36,67 e o valor horário, R$ 5.

O reajuste repôs perdas com a inflação e, portanto, não teve aumento real. Mas está acima dos R$ 1.088 previstos pelo Poder Executivo na proposta de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) aprovada pelo Congresso Nacional em dezembro. Isso porque o governo levou em consideração a alta, principalmente, dos preços dos alimentos e a revisão da bandeira tarifária da energia elétrica. Para o reajuste, a equipe econômica usou uma previsão de alta de 5,22% para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que serve de base para a correção anual do salário mínimo.

“Dessa forma, para que não houvesse perdas para os trabalhadores, utilizou-se o dado posteriormente divulgado do INPC para novembro, o qual não era disponível quando da produção da grade de parâmetros, referência para a PLOA-2021 [Projeto de Lei Orçamentário Anual]”, explica a equipe econômica na exposição de motivos da medida provisória.

Obrigação constitucional

A equipe econômica salientou que a correção do valor do salário mínimo é obrigação constitucional e não afeta o compromisso do governo com o teto de gastos e com o ajuste fiscal.

Apesar de já estar em vigor, o reajuste precisa ser confirmado pelo Congresso Nacional, uma vez que o governo o fez por meio de uma medida provisória.

Fonte: Agência Senado | Com informações da Agência Brasil 

Resoluções para um ano de incertezas: o que esperar de 2021?

Psicóloga dá dicas de como traçar metas para o ano novo, mesmo diante de incertezas


Todo fim de ano é a mesma coisa. Avaliar o que foi feito no ano que passou e fazer planos para o ano que chegou é prática comum em toda parte do mundo. Mas como fazer planos para um ano de incertezas? De acordo com a professora do curso de Psicologia da Universidade Positivo, Janete Knapik, muita gente pode estar desmotivada por ter planejado muita coisa para 2020 e não ter conseguido colocar em prática. “Porém, só o fato de pensar sobre o que queremos ou o que está faltando já é um ganho, nos traz esperanças de um ano melhor”, acredita.

Segundo a psicóloga, para não se frustrar novamente, é preciso colocar as resoluções em prática, fazer acontecer. Separar o realizável do desejável. “Como 2021 ainda estará sob o impacto da pandemia, é importante pensar em metas realistas e também definir metas voltadas ao autocuidado e à saúde mental, que foi muito afetada neste ano de 2020”, indica. A professora listou sete pontos para levar em consideração na hora de fazer as resoluções de ano novo.

  1. Priorize o que é mais importante: definir uma quantidade grande de metas pulveriza muito os esforços e dificulta um planejamento. Estabelecer um número menor, mas com metas mais significativas, as mais importantes, ajuda na hora de colocar em prática e de ver os resultados acontecerem. “2021 é ainda um ano que temos que nos moldar com as exigências sanitárias da pandemia e com a limitações impostas pelas restrições econômicas, considere isso na hora de estabelecer as metas”, lembra Janete.
  2. Estabeleça uma forma de acompanhar e mensurar as metas: o fato de ver o progresso e que o planejamento está tendo bons resultados tem efeito psicológico reforçador, ou seja, é um estímulo para não perder o entusiasmo. Por exemplo, ver um gráfico com uma curva descendente em uma meta de emagrecimento mobiliza a querer ver a curva descer cada vez mais. Existem aplicativos que fazem esse monitoramento.
  3. Defina metas factíveis:  2021 é ainda um ano de incertezas. Por isso, é importante priorizar metas mais práticas, com prazos menores. “Escolha o que faz mais sentido, que tem mais impacto e relevância com teus propósitos. O que é difícil, às vezes dá vontade de “chutar o balde” e de desistir”, aconselha.
  4. Deixe um espaço para metas de autocuidado: várias pesquisas identificaram aumento da ansiedade, do estresse e da depressão em 2020; outras mostraram que quem passou muito mais tempo em casa acabou exagerando na comida e na bebida. Sendo assim, metas que envolvam atividades físicas, uma alimentação equilibrada, uma disciplina que contemple o descanso, o lazer e boas risadas são sempre muito bem-vindas.
  5. Descreva as metas com detalhamentos: o detalhamento ajuda a colocar em prática. Estabeleça qual o objetivo e quais as etapas necessárias para se atingir. “Coloque no papel, acompanhe e faça as mudanças e adaptações que se fizeram necessárias. Na vida nada é estático, mudanças e adaptação são frutos de aprendizados”, pondera.
  6. Estabeleça prazos: não existe meta sem prazo. “Uma data nos coloca em movimento para atender esse prazo”, reforça Janete. Também é importante considerar a rotina na hora da definição dos prazos.
  7. Comemore as conquistas: rituais de comemoração nos trazem uma sensação de vitória. Por isso, é importante se presentear nas pequenas conquistas.

Fonte: Paranashop

À espera da normalidade


Foto: Jill Wellington/Pixabay

2020 não foi fácil. Não foi um ano típico. Sempre convivemos com altos e baixos, bons e maus momentos. Mas a montanha-russa 2020 não tem paralelos. No mundo contemporâneo, fora as duas grandes guerras, jamais a humanidade havia se encontrado em uma situação tão impressionante e assustadora. E numa escala nunca antes vista. Até pela redução das distâncias propiciada pela vida digital que nos engole. Somos todos vizinhos de porta. Com todos os prazeres e agonias inerentes a esta perspectiva. Temos conexão e proximidade. Quiçá isso redundasse em empatia. Mas esta é uma outra reflexão.

Quando a virada para 2021 aproxima-se, é de se esperar que nos peguemos contemplativos. Absortos nos rumos que se apresentarão doravante. Isso é lícito. É compreensível. Mas nunca para nos sentirmos abatidos. Esse tempo precisa ficar para trás. Sem utopias, sem ilusões, mas com a força de espírito necessária para fazer da transição, de 2020 para 2021, uma mudança real. Além das simbologias. Além dos festejos. A tão aguardada RETOMADA.

Não é simples, não é fácil, como nada é nesta nossa existência. Mas é PRECISO. Mentalize isso na sua introspecção. Celebre esta possibilidade. Esta oportunidade. Estamos juntos neste minúsculo mundo digital. Não à espera de um milagre. À espera da normalidade!

Por: José Francisco Alves - Publicitário & Designer

Em 2021, prometa menos e surpreenda mais!

Que a paz, a saúde e o amor estejam presentes em todos os dias deste ano que vem aí. Com alegria e sabedoria. Que tudo seja leve e nada tire o sorriso do seu rosto. Não olhe muito para trás, nem olhe muito para frente. Viva o presente! A melhor maneira de prever o futuro é criá-lo. E a única certeza que temos: 2021 será o melhor ano de nossas vidas!

Aposentados do INSS se preparam para Natal sem o 13º salário


Foto: Andrew Khoroshavin/Pixabay 

O Natal dos aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) vai ser com menos dinheiro no bolso neste ano. Isso porque o pagamento do 13° salário foi feito no primeiro semestre e agora os beneficiários ficaram sem grana extra no fim do ano.

Para enfrentar a crise provocada pela pandemia da covid-19, o governo federal resolveu antecipar o benefício. Assim, a primeira parcela foi paga entre os dias 24 de abril e 8 de maio e a segunda parte entre 25 de maio e 5 de junho.

Para tentar reduzir o impacto da falta do salário extra, esteve em tramitação no Congresso Nacional um projeto que previa o pagamento de um 14° salário para quem recebe até três salários mínimos. Este abono valeria apenas para este ano.

De acordo com o FDR, uma das justificativas para este pagamento seria que com a antecipação do 13º, muitas famílias terão dificuldades com os gastos extras de fim e início de ano, como IPTU, IPVA, matrícula escolar e férias.

No entanto, para ser aprovado, as votações no Senado Federal e na Câmara dos Deputados teriam que ocorrer em novembro. Mas como o projeto ainda nem foi analisado, as chances são mínimas.

É importante destacar que a partir do ano que vem a primeira parcela do 13° dos beneficiários do INSS será paga em agosto e a segunda em novembro. Nos últimos anos esse calendário já estava sendo seguido, mas dependia de autorização de um decreto presidencial. Com decreto publicado em julho, a autorização não será mais necessária e os beneficiários receberão o salário extra em agosto e novembro.

Fonte: Istoé Dinheiro

Margem extra do consignado vale até 31 de dezembro

Caso não seja renovada, a Medida Provisória que estabelece a margem ampliada perde sua validade na virada do ano

Ilustração: Fernando Zhiminaicela/Pixabay 

Em 02 de outubro de 2020, foi publicada no Diário Oficial da União a Medida Provisória (MP) nº. 1006/20 que amplia a margem de empréstimo consignado para aposentados e pensionistas do INSS de 35% para 40%, dos quais, 5% continuam sendo destinados para contratos de cartão de crédito. A MP é válida para contratos que forem firmados até 31 de dezembro de 2020. A MP se trata de mais uma medida excepcional de proteção social adotada para enfrentar o estado de calamidade pública ocasionado pela pandemia Covid-19.

Empréstimo consignado e margem consignável

A modalidade de empréstimo consignado está prevista na Lei 10.820/2003, e é caracterizado pela forma de débito das parcelas do contrato, as quais se dão diretamente da folha de pagamento do devedor.

Margem consignável é o valor máximo que pode ser utilizado da remuneração do consumidor para pagamento de empréstimos, ou seja, é o valor máximo que pode ser comprometido da renda com o pagamento de empréstimos.

Fonte: Internet